Férias, o que é bom acaba rápido

É muito bom tirar férias e descansar não é mesmo? Eu tive cerca de dois meses de férias, mas isso aconteceu apenas por eu ter juntado 1 mês de licença médica + 1 mês de férias, para que eu tivesse um tempo maior de recuperação e pudesse retornar ao trabalho digamos assim: “zerado”.

O descanso passou um pouco longe do que eu imaginava, pois as crianças entraram de férias logo após a minha cirurgia na coluna e conseguir conciliar o dia-dia de um dono de casa é bastante complexo apesar de muita gente imaginar que não.

Eu me levantava cedo porque o Gabriel acorda elétrico já querendo assistir filmes, desenhos ou jogar vídeo game, justamente aquele jogo complexo demais para crianças de 4 anos e que ele não consegue jogar sozinho, então ele apelava para o choro, só para que eu o ajudasse a passar de fase. Sente só como é…

Enquanto isso o Guilherme trocava o dia pela noite, passava todas as madrugadas gritando e rindo alto com os amigos do LOL (League Of Legends) dele e o Gustavo seguia o mesmo rumo, jogando e falando com os amiguinhos dele de Minecraft… eita juventude perdida a frente de um computador! Pudera, com tanta violência na cidade de São Paulo, o melhor é deixar que eles vivam dentro de casa e saiam apenas acompanhado de adultos. Não que isso resolva algo, mas ajuda a coibir.

Mas é praticamente assim que passei os meus lindos e belos dias de repouso pós cirurgia e férias! Confesso que quando as férias deles acabaram, eu praticamente entrei em processo de luto, pois é triste o silêncio da casa vazia. Talvez seja exatamente isso que acomete algumas mães com o chamado Síndrome do Ninho Vazio… to estudando rsrsrs

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